Bancos de dados são áreas muito sensíveis dentro do ambiente de TI de uma empresa. Afinal, é neles que está concentrada a base de informações que movem o dia a dia corporativo. E é este um dos ambientes mais visados por criminosos virtuais, além é claro, de qualquer erro que aconteça na manipulação e gestão dessas informações por parte da equipe interna ser fatal.

Se olharmos para a segurança da informação, temos um cenário preocupante: de acordo com a Forbes, o Brasil é o segundo país com maior número de registros de atividades maliciosas, que trazem prejuízos às organizações. Estamos atrás apenas do México.  

Em 2016, segundo a PwC, as organizações brasileiras tiveram prejuízos superiores a 1 milhão de dólares com roubos e danos aos dados, mas também por problemas de indisponibilidade de serviços, aplicações e redes ocasionados por ataques externos e dificuldades técnicas.

A gestão de banco de dados é um desafio para as organizações

Quando falamos em disponibilidade, estabilidade e performance do banco de dados, vemos que o gerenciamento se torna um desafio constante para as empresas. E isso tem muito a ver com a complexidade técnica, mas também com falta de mão de obra qualificada e até com os investimentos em infraestrutura e serviços.

Olhando para os esforços referentes à segurança da informação, por exemplo, o Gartner diz que em todo o mundo, as empresas fazem investimentos que variam entre 1% e 13% dos orçamentos de TI, o que representa “potencialmente um indicador incorreto de sucesso” das iniciativas de proteção. Ou seja, é investido menos do que o necessário para manter bancos de dados e outras camadas da infra seguros.

Acontece que o  gerenciamento de banco de dados tornou-se mais importante à medida que o volume de dados dos negócios cresceu. Esse crescimento cria uma grande variedade de condições negativas, incluindo um baixo desempenho de aplicativos e risco de conformidade, para citar apenas alguns.

É para lidar com essa complexidade que uma série de técnicas e métodos proativos são aplicadas, visando prevenir os efeitos deletérios do crescimento de dados, assim como para minimizar riscos advindos de vulnerabilidades e ataques externos.

Em suma, podemos dizer que a gestão de banco de dados não tem um só objetivo. Há muitos, incluindo desempenho, otimização de armazenamento, eficiência, segurança e privacidade. Ao controlar os dados ao longo de todo o ciclo de vida, desde a criação até a aposentadoria, as organizações podem evitar eventos que degradam a eficiência e as receitas e impulsionam a integração de dados para uma maior inteligência de negócios.

Por que contar com uma empresa especializada para fazer gerenciamento de banco de dados e aplicações

É para solucionar esse desafio e tornar os processos mais inteligentes que, cada vez mais, as empresas estão recorrendo aos serviços especializados de gerenciamento de bancos de dados e aplicações.

Neste modelo, ao invés de se preocupar com aquisição de ferramentas e contratação de especialistas para agir internamente, contrata-se um fornecedor externo. É ele quem se encarrega de montar um time de profissionais especializados que realizam o monitoramento do ambiente com ações preventivas e corretivas, prevenindo falhas e agindo proativamente na melhoria da performance e aproveitamento dos recursos de hardware, visando maximizar a disponibilidade do ambiente de banco de dados.

Assim, a empresa contratante deste tipo de serviço recebe monitoramento 24 horas, nos sete dias da semana. E sobra mais tempo para que o time de TI interno possa ter uma atuação mais analítica e estratégica.

Que tal, o seu negócio já conta com um serviço de gerenciamento de banco de dados e aplicações? O que você achou dessa prática? Deixe seu comentário!